“Acusem a mãe de vocês, acusem-na, porque ela não é minha mulher, e eu não sou seu marido. Que ela afaste as suas prostituições de sua presença e os seus adultérios de entre os seus seios.
Do contrário, eu a deixarei sem roupa e nua como no dia em que nasceu. Eu a tornarei semelhante a um deserto, a uma terra seca, e deixarei que morra de sede.
Pois a mãe deles se prostituiu; aquela que os concebeu agiu de forma vergonhosa. Porque disse: ‘Irei atrás dos meus amantes, que me dão o meu pão e a minha água, a minha lã e o meu linho, o meu azeite e as minhas bebidas.’”
Ela correrá atrás dos seus amantes, mas não os alcançará; irá procurá-los, mas não os encontrará. Então dirá: ‘Vou voltar para o meu primeiro marido, porque a minha vida era melhor naquele tempo do que agora.’
Devastarei as suas videiras e as suas figueiras, das quais ela diz: ‘Este é o pagamento que recebi dos meus amantes.’ Farei com que virem mato, e os animais selvagens as devorarão.
Eu a castigarei pelos dias dos baalins, nos quais lhes queimou incenso, e se enfeitou com os seus pendentes e com as suas joias, e andou atrás de seus amantes, mas de mim se esqueceu”, diz o SENHOR.
E ali eu lhe devolverei as suas vinhas e farei do vale de Acor uma porta de esperança. Ali ela me responderá como nos dias da sua mocidade e como no dia em que saiu da terra do Egito.
Naquele dia, farei a favor dela uma aliança com os animais selvagens, com as aves do céu e com os animais que rastejam sobre a terra. Tirarei da terra o arco, a espada e a guerra e farei com que o meu povo repouse em segurança.