2 Levanta-te, ó juiz da terra, e dá aos soberbos o castigo que eles merecem. content_copy open_in_new
4 Fazem alarde e falam com arrogância; todos os que praticam a iniquidade se vangloriam. content_copy open_in_new
8 Prestem atenção, ó estúpidos dentre o povo; e vocês, tolos, quando se tornarão sábios? content_copy open_in_new
9 Aquele que fez o ouvido será que não ouve? Aquele que formou os olhos será que não enxerga? content_copy open_in_new
10 Aquele que repreende as nações será que não vai punir? Aquele que dá aos seres humanos o conhecimento será que não tem sabedoria? content_copy open_in_new
11 O SENHOR conhece os pensamentos do ser humano, e sabe que são pensamentos vãos. content_copy open_in_new
12 Bem-aventurado, SENHOR, é aquele a quem tu repreendes, a quem ensinas a tua lei, content_copy open_in_new
13 para lhe dares descanso dos dias maus, até que se abra a cova para o ímpio. content_copy open_in_new
14 Pois o SENHOR não abandonará o seu povo; ele não irá desamparar a sua herança. content_copy open_in_new
15 Nos tribunais voltará a imperar a justiça, e todos os de coração reto a seguirão. content_copy open_in_new
16 Quem se levantará a meu favor contra os perversos? Quem estará comigo contra os que praticam a iniquidade? content_copy open_in_new
17 Se não fosse o auxílio do SENHOR, a minha alma já estaria na região do silêncio. content_copy open_in_new
18 Quando eu digo: “Os meus pés vão resvalar”, a tua bondade, SENHOR, me sustém. content_copy open_in_new
19 Multiplicando-se em mim as inquietações, as tuas consolações me alegram a alma. content_copy open_in_new
20 Será que pode associar-se contigo o trono da perversidade, que forja o mal, tendo uma lei por pretexto? content_copy open_in_new
22 Mas o SENHOR é o meu alto refúgio; o meu Deus é o rochedo em que me abrigo. content_copy open_in_new
23 Sobre eles faz recair a sua iniquidade e pela maldade deles próprios os destruirá; o SENHOR, nosso Deus, os destruirá. content_copy open_in_new