1 “Eis que os meus olhos viram tudo isso, e os meus ouvidos o ouviram e entenderam. content_copy open_in_new
4 Vocês, porém, cobrem a verdade com mentiras; todos vocês são médicos que não valem nada. content_copy open_in_new
5 Quem dera vocês ficassem completamente calados! Vocês poderiam passar por sábios!” content_copy open_in_new
6 “Ouçam agora a minha defesa e prestem atenção aos argumentos dos meus lábios. content_copy open_in_new
7 Será que vão dizer perversidades em favor de Deus? Vão dizer mentiras a favor dele? content_copy open_in_new
9 Por acaso, seria bom se ele os examinasse? Ou vocês zombariam dele, como zombam das pessoas? content_copy open_in_new
11 A grandeza dele não os amedrontaria? E o terror dele não cairia sobre vocês? content_copy open_in_new
12 As máximas de vocês são provérbios de cinza; as defesas de vocês são muralhas de barro.” content_copy open_in_new
14 Tomarei a minha carne nos meus dentes e porei a minha vida nas minhas mãos. content_copy open_in_new
15 Eis que ele me matará, já não tenho esperança; mesmo assim defenderei a minha conduta diante dele. content_copy open_in_new
16 Também isto será a minha salvação: o fato de um ímpio não comparecer diante dele. content_copy open_in_new
18 Tenho já bem-encaminhada minha causa e estou certo de que serei justificado.” content_copy open_in_new
19 “Quem há que possa entrar em litígio comigo? Se houver, eu fico calado e morro. content_copy open_in_new
23 Quantas culpas e pecados tenho eu? Mostra-me a minha transgressão e o meu pecado.” content_copy open_in_new
25 Queres aterrorizar uma folha levada pelo vento? E perseguirás a palha seca?” content_copy open_in_new
26 “Pois decretas contra mim coisas amargas e me atribuis as culpas da minha mocidade. content_copy open_in_new
27 Também prendes os meus pés com correntes, observas todos os meus caminhos e traças limites à planta dos meus pés, content_copy open_in_new
28 apesar de eu ser como uma coisa podre que se consome e como a roupa que é comida pela traça.” content_copy open_in_new