5 Visto que os dias do ser humano estão contados, o número dos seus meses está nas tuas mãos; traçaste limites além dos quais não passará. content_copy open_in_new
6 Desvia dele o teu olhar, para que tenha repouso, até que, como o trabalhador, tenha prazer no seu dia.” content_copy open_in_new
7 “Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, voltará a brotar, e não cessarão os seus rebentos. content_copy open_in_new
10 Mas, se alguém morre, fica prostrado; o ser humano expira e para onde vai?” content_copy open_in_new
12 assim o ser humano se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono.” content_copy open_in_new
13 “Que dera me escondesses na sepultura e me ocultasses até que a tua ira passasse! Quem dera me fixasses um prazo e depois te lembrasses de mim! content_copy open_in_new
14 Quando alguém morre, será que volta a viver? Todos os dias da minha luta esperaria, até que viesse a minha mudança. content_copy open_in_new
15 Tu me chamarias, e eu te responderia; terias saudades da obra das tuas mãos; content_copy open_in_new
17 A minha transgressão estaria selada num saco, e terias encoberto as minhas iniquidades.” content_copy open_in_new
18 “Mas como o monte que desmorona e se desfaz, e a rocha que se move do seu lugar, content_copy open_in_new
19 como as águas gastam as pedras, e as cheias levam o pó da terra, assim destróis a esperança humana. content_copy open_in_new
20 Tu prevaleces para sempre contra o ser humano, e ele passa; mudas o semblante dele e o despedes. content_copy open_in_new
21 Os seus filhos recebem honras, e ele não sabe; são humilhados, e ele não percebe. content_copy open_in_new
22 Ele sente as dores apenas de seu próprio corpo, e a sua alma lamenta apenas por si mesma.” content_copy open_in_new