“Dê-nos um conselho, tome uma decisão. Faça com que, em pleno meio-dia, a sua sombra seja como noite para nós. Esconda os desterrados e não revele onde estão os fugitivos.
Que os desterrados de Moabe possam morar em seu território; sirva-lhes de esconderijo contra o destruidor.” Quando o homem violento tiver fim, a destruição for desfeita e o opressor deixar a terra,
então um trono será estabelecido em bondade, e sobre ele se assentará com fidelidade, no tabernáculo de Davi, alguém que julgue, busque o juízo e não tarde em fazer justiça.
Ouvimos falar da soberba de Moabe, que de fato é extremamente soberbo. Ouvimos falar da sua arrogância, do seu orgulho e do seu furor; mas todo esse seu orgulho é vão.
Porque os campos de Hesbom estão murchos; os senhores das nações destruíram os melhores ramos da vinha de Sibma, que se estendiam até Jazer e se perdiam no deserto, ramos que se estendiam e passavam além do mar.
Por isso, prantearei, com o pranto de Jazer, pela vinha de Sibma. Eu as regarei com as minhas lágrimas, ó Hesbom e Eleale, pois sobre os seus frutos de verão e sobre a sua colheita já caiu o “eia” dos inimigos.
Fugiu a alegria e o regozijo dos pomares; nas vinhas já não se canta, nem há júbilo algum. Já não se pisam as uvas nos lagares; eu fiz cessar o “eia” dos pisadores.
Agora, porém, o SENHOR diz: — Daqui a exatamente três anos, será humilhada a glória de Moabe, com toda a sua grande multidão; e o resto que ficar será pouco, pequeno e fraco.