Sentença contra Tiro. Lamentem, navios de Társis, porque Tiro foi destruída, a ponto de não haver nela casa nenhuma, nem ancoradouro. Da terra de Chipre lhes foi revelado isto.
Fique envergonhada, ó Sidom, porque o mar, a fortaleza do mar, fala, dizendo: “Não tive dores de parto, não dei à luz, não criei rapazes, nem eduquei moças.”
Eis a terra dos caldeus, povo que não existe mais e que a Assíria havia destinado para os animais do deserto. Eles levantaram suas torres, arrasaram os palácios de Tiro e a deixaram em ruínas.
Naquele dia, Tiro ficará no esquecimento por setenta anos, o tempo de vida de um rei. Mas no fim dos setenta anos acontecerá com Tiro o que diz a canção da prostituta:
O ganho e o salário de sua impureza serão dedicados ao SENHOR. Não serão armazenados, nem guardados, mas o seu ganho será para os que habitam diante do SENHOR, para que tenham comida em abundância e roupas finas.