2 “Tão certo como vive Deus, que me tirou o direito, o Todo-Poderoso, que amargurou a minha alma, content_copy open_in_new
4 nunca os meus lábios falarão injustiça, nem a minha língua pronunciará engano. content_copy open_in_new
5 Longe de mim que eu dê razão a vocês! Até morrer, nunca abrirei mão da minha integridade. content_copy open_in_new
6 À minha justiça me apegarei e não a largarei; a minha consciência não me acusará em toda a minha vida.” content_copy open_in_new
7 “Que o meu inimigo seja como o perverso, e o que se levantar contra mim, como o injusto. content_copy open_in_new
8 Porque qual será a esperança do ímpio, quando lhe for tirada a vida, quando Deus lhe arrancar a alma? content_copy open_in_new
10 Será que o ímpio encontrará prazer no Todo-Poderoso e invocará a Deus a todo o momento?” content_copy open_in_new
11 “Vou ensinar a vocês a respeito do poder de Deus e não lhes ocultarei o que está na mente do Todo-Poderoso. content_copy open_in_new
12 Eis que todos vocês já viram isso. Por que, então, ficam repetindo palavras que não fazem sentido?” content_copy open_in_new
13 “Esta é a porção que Deus dará ao perverso, a herança que os opressores receberão do Todo-Poderoso: content_copy open_in_new
14 Se os filhos deles se multiplicarem, será para que sejam mortos à espada; e os seus descendentes passarão fome. content_copy open_in_new
15 Os que sobreviverem, a peste os sepultará, e as suas viúvas não chorarão por eles.” content_copy open_in_new
17 poderá até acumular tudo isso, mas o justo é que vestirá as roupas, e o inocente ficará com a prata. content_copy open_in_new
18 A casa que ele edifica é como a da traça, como a cabana que o vigia constrói. content_copy open_in_new
19 Rico, ele se deita com a sua riqueza, mas, quando abre os olhos, ela já se foi. content_copy open_in_new
20 Pavores se apoderam dele como inundação, de noite a tempestade o arrebata. content_copy open_in_new
22 Deus lança isto sobre ele e não o poupa, a ele que procura fugir às pressas da sua mão. content_copy open_in_new
23 Diante de sua queda, as pessoas batem palmas; ao vê-lo ir embora o vaiam com assobios.” content_copy open_in_new