São estas as palavras da aliança que o SENHOR ordenou que Moisés fizesse com os filhos de Israel na terra de Moabe, além da aliança que havia feito com eles em Horebe.
Moisés mandou reunir todo o Israel. Então lhes disse: — Vocês viram com os seus próprios olhos tudo o que o SENHOR fez na terra do Egito com Faraó, com todos os seus servos, e com toda a sua terra.
Durante quarenta anos eu os conduzi pelo deserto e, nesse tempo, não envelheceram as roupas que vocês usavam, nem se gastaram as sandálias que vocês calçavam.
Que entre vocês não haja homem, nem mulher, nem família, nem tribo cujo coração hoje se desvie do SENHOR, nosso Deus, e vá servir os deuses destas nações. Que não haja entre vocês raiz que produza erva venenosa e amarga,
ninguém que, ouvindo as palavras desta maldição, se abençoe no seu íntimo, dizendo: “Terei paz, mesmo que eu ande na teimosia do meu coração”, pois isso destruiria a terra molhada com a seca.
O SENHOR não estará disposto a perdoá-lo; pelo contrário, a ira do SENHOR e o seu zelo se acenderão sobre tal homem, e toda maldição escrita neste livro cairá sobre ele; e o SENHOR apagará o nome desse homem da face da terra.
— Então a geração vindoura, os filhos que vierem depois de vocês e os estrangeiros que virão de terras remotas verão as pragas desta terra e as suas doenças, com que o SENHOR a terá afligido;
verão toda a terra abrasada com enxofre e sal, de modo que não será semeada, nada produzirá, nem crescerá nela erva alguma, assim como foi a destruição de Sodoma e de Gomorra, de Admá e de Zeboim, que o SENHOR destruiu na sua ira e no seu furor;
— As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e aos nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.