3 “Pereça o dia em que nasci e a noite em que se disse: ‘Foi concebido um homem!’ content_copy open_in_new
4 Que aquele dia se transforme em trevas, e Deus, lá de cima, não se importe com ele, nem resplandeça sobre ele a luz. content_copy open_in_new
5 Que as trevas e a sombra da morte se apoderem desse dia; que uma nuvem habite sobre ele; que tudo o que pode escurecer o dia o espante. content_copy open_in_new
6 Aquela noite, que dela se apoderem densas trevas; que ela não se alegre entre os dias do ano, nem entre na conta dos meses. content_copy open_in_new
7 Sim, que seja estéril aquela noite, e dela sejam banidos os gritos de alegria. content_copy open_in_new
8 Amaldiçoem-na aqueles que sabem amaldiçoar o dia e sabem instigar o Leviatã. content_copy open_in_new
9 Escureçam-se as estrelas do seu alvorecer; que a noite espere a luz, e a luz não venha; que não veja o despontar da alvorada, content_copy open_in_new
10 pois não fechou as portas do ventre da minha mãe, nem escondeu dos meus olhos o sofrimento.” content_copy open_in_new
11 “Por que não morri ao nascer? Por que não expirei ao sair do ventre de minha mãe? content_copy open_in_new
13 Porque agora eu repousaria tranquilo; dormiria, e então haveria para mim descanso, content_copy open_in_new
16 ou, como aborto oculto, eu não existiria, como crianças que nunca viram a luz. content_copy open_in_new
19 Ali está tanto o pequeno como o grande, e o servo fica livre de seu senhor.” content_copy open_in_new
21 que esperam a morte, e ela não vem, que cavam em procura dela mais do que tesouros ocultos, content_copy open_in_new
23 Por que se concede luz ao homem cujo caminho é oculto, e a quem Deus cercou de todos os lados?” content_copy open_in_new
24 “Porque em vez do meu pão me vêm gemidos, e os meus lamentos se derramam como água. content_copy open_in_new
26 Não tenho descanso, não tenho sossego, não tenho repouso; só tenho inquietação.” content_copy open_in_new