2 “Se alguém tentar falar, você terá paciência para ouvir? Mas quem poderá conter as palavras? content_copy open_in_new
4 As suas palavras sustentaram os que tropeçavam, e você fortaleceu joelhos vacilantes. content_copy open_in_new
5 Mas agora, quando chega a sua vez, você perde a paciência; ao ser atingido, você fica apavorado. content_copy open_in_new
6 Você não tem confiança no seu temor a Deus? Não tem esperança na integridade dos seus caminhos? content_copy open_in_new
7 Pense bem: será que algum inocente já chegou a perecer? E onde os retos foram destruídos? content_copy open_in_new
8 Segundo eu tenho visto, os que lavram a iniquidade e semeiam o mal, isso mesmo eles colhem. content_copy open_in_new
10 Cessa o bramido do leão e a voz do leão feroz, e os dentes dos leõezinhos são quebrados. content_copy open_in_new
12 “Uma palavra me foi trazida em segredo, e os meus ouvidos perceberam um sussurro dela. content_copy open_in_new
13 Entre pensamentos de visões noturnas, quando o sono profundo cai sobre as pessoas, content_copy open_in_new
15 Então um espírito passou por diante de mim; e se arrepiaram os cabelos do meu corpo. content_copy open_in_new
16 Ele parou, mas não reconheci a sua aparência. Um vulto estava diante dos meus olhos; houve silêncio, e ouvi uma voz: content_copy open_in_new
17 ‘Pode um mortal ser justo diante de Deus? Pode alguém ser puro diante do seu Criador? content_copy open_in_new
18 Eis que Deus não confia nos seus servos e aos seus anjos atribui imperfeições; content_copy open_in_new
19 quanto mais àqueles que habitam em casas de barro, cujo fundamento está no pó, e que são esmagados como a traça! content_copy open_in_new
20 Nascem de manhã e à tarde são destruídos; perecem para sempre, sem que ninguém se importe com isso. content_copy open_in_new